Amplos setores da imprensa tentaram cassar dos evangélicos o direito de dizer “não”.

Postado por: Editor NJ \ 7 de junho de 2013 \ 27 comentários

A grande imprensa brasileira, com as exceções costumeiras, escreveu um capítulo vergonhoso de sua história na quarta-feira. Cerca de 70 mil pessoas — segundo estimativas da Polícia Militar do Distrito Federal — participaram de uma manifestação em Brasília em defesa da liberdade de expressão, da liberdade religiosa, da família tradicional e da vida (leia-se: contra o aborto). Num dia útil, certamente arcando com o custo de faltar ao trabalho — ninguém ali tinha o “ponto” abonado nem estava sendo pago por partido —, milhares de pessoas atenderam à convocação de diversas denominações cristãs para expressar o seu ponto de vista sobre temas que estão em debate na sociedade e que são do interesse dos brasileiros. Não obstante, aquelas 70 mil pessoas foram praticamente ignoradas pelo jornalismo. A IRONIA: UMA DAS PALAVRAS DE ORDEM DA CONCENTRAÇÃO ERA ESTA: CONTRA O CONTROLE DA MÍDIA.

Reproduzo palavras do pastor Silas Malafaia, um dos organizadores do evento:
“Senhores da imprensa, nós, que somos chamados de fundamentalistas, queremos uma imprensa livre até para falar mal de nós. Nós não queremos cercear imprensa, não. Agora, eu fico vendo esses esquerdopatas, que querem o controle da mídia para controlar o conteúdo… Eles estão pensando que o Brasil é Nicarágua, Venezuela, Bolívia, Equador e Argentina. Aqui, não! Imprensa livre, sempre livre!”

Não saiu praticamente uma linha do que disse Malafaia sobre o assunto. Também se omitiram as críticas muito duras que ele fez aos mensaleiros. Setenta mil pessoas pediram em coro cadeia para a quadrilha — enquanto Luís Roberto Barroso, na CCJ do Senado, dizia que o STF foi muito duro com aqueles patriotas. E também isso se omitiu. Publicarei, reitero, um vídeo com trechos da fala de Malafaia.

Houve coisa pior do que omissão: uma reportagem do Estadão Online atribuiu ao pastor o que ele não disse, a saber: que união homoafetiva é crime. Não falou isso. Afirmou outra coisa: que não aceitava que sua opinião, que é contrária, fosse criminalizada, como faz o PLC 122.

Não há por que omitir os fatos. É evidente que uma concentração que tinha na sua pauta, também, a defesa da família tradicional (homem, mulher e sua prole) opõe-se ao casamento e ao ativismo gays. E isso foi dito lá de maneira clara e inequívoca. Era um aspecto importante do protesto, mas era um deles. Não é menos evidente que a esmagadora maioria da imprensa considera essa opinião “conservadora”, “reacionária”, “atrasada” — escolham aí o adjetivo. O mesmo se diga sobre o aborto, duramente atacado no evento. Eis outro item da pauta dita “progressista” — nunca ninguém conseguiu me explicar por que o mundo e a moral progridem com a morte de fetos…

A imprensa — ou “as imprensas” — tenha a agenda que quiser! Como afirmou o pastor, que ela seja livre até para falar mal das opiniões e das pessoas da praça. Mas omitir??? Fazer de conta, como se fez, que a coisa não estava acontecendo??? Tratar a concentração como se estivesse um curso um evento corriqueiro, sem importância? Só não acho que ficou caracterizada a “censura” porque considero que a palavra cabe quando a interdição é aplicada pelo Estado. Mas se trata, sim, de um ânimo censor, que agride a essência do jornalismo.

Estaremos, agora, diante de um novo paradigma, que consistirá em esconder aquilo de que se discorda? Qual é a medida? Se 500 marcham nas ruas em defesa da maconha, a foto vai parar nas primeiras páginas — afinal, é a “pauta progressista”. Se 70 mil fazem um coro contra a descriminação das drogas — e isso também ocorreu —, faz-se de conta que nada aconteceu?

Pois é… Volta e meia, José Dirceu, o chefe de quadrilha do mensalão — até, ao menos, que eventuais e ilegais embargos infringentes não livrem a sua cara —, manda alguém escrever lá no seu blog um ataque qualquer à imprensa, pedindo o “controle da mídia”. Por incrível que pareça, a mídia que ele quer controlar se encarrega de reproduzir suas cretinices. Afinal, disse-me outro dia alguém, a imprensa tem de fazer isso para demonstrar que é isenta e não tem preconceitos…

Ah, bom! Agora entendi! Para mostrar que é isenta e não tem preconceitos, até os ataques de Dirceu à liberdade de expressão são… livremente expressos! Mas os 70 mil da praça, que falaram EM DEFESA da liberdade de expressão, ah, esses foram tratados com menoscabo ou com desrespeito mesmo: “Afinal, não pensam o que pensamos; têm uma pauta reacionária…”.

O que pretende para si mesma a imprensa que age desse modo? Digam-me cá: os 70 mil que foram para a praça, numa quarta-feira gorda, tinham sido convocados por quem? Pelos jornais, TVs e sites noticiosos já tradicionais? Acho que não! As igrejas evangélicas têm seus próprios sistemas de comunicação e não dependem da boa vontade de estranhos para existir. Tratou-se de uma omissão vergonhosa, constrangedora. E, claro, havia jornalistas em penca lá.

Essência da democracia
A essência da democracia é o dissenso. O papel da imprensa não é exercer uma censura informal sobre a diversidade de opiniões. Ao contrário. Converter o espaço noticioso em área de militância é um comportamento fascistoide, que agride o fundamento da pluralidade e da liberdade.

Faltassem-nos exemplos, deveríamos olhar para o governo de Barack Obama, nos EUA. Em nome das liberdades civis que estariam ameaçadas no governo Bush; em nome da pluralidade, que estaria sendo agredida pelos supostos fundamentalistas de Bush; em nome da, santo Deus!, da diversidade, à qual os republicanos de Bush seriam hostis, ONGs, movimentos sociais, imprensa, academia, intelectuais etc. se juntaram num grande coro de adoração ao candidato e depois presidente da República e à sua agenda progressista.

Quis o destino — que, para mim, sempre foi a lógica dos fatos — que aquele grande progressista liderasse o governo que montou o mais amplo, profundo e nefasto sistema de espionagem no país, que inclui a perseguição a adversários por organismos do estado e a invasão do sigilo de jornalistas.

A liberdade é e será sempre o direito de divergir. Infelizmente, amplos setores da imprensa tentaram cassar dos evangélicos esse direito. Para estes, a agressão foi irrelevante porque, reitero, não dependem dessa visibilidade para existir. Para o jornalismo, no entanto, a coisa é séria: há o risco de que o paradigma da pluralidade esteja se perdendo. Os cristãos, sempre que julgarem necessário, voltarão às praças. Espero que essa imprensa de agenda tenha como voltar a seus leitores.

Por Reinaldo Azevedo

categoria: ,

27 comentários:

  1. Se a imprensa é livre, porque reclamar o fato dela não ter coberto ou noticiado plenamente o evento?

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Porque ela se entitula " livre de preconceitos, noticiando tudo de todos". Não leu o artigo inteiro??

      Excluir
    2. rsrs... ler o artigo completo pessoa... aff!!!

      Excluir
    3. Leia o artigo completo e se não compreender, ler com auxílio de um dicionário ou do Google... vergonha, é fazer comentários sem nexo... #ficaadica

      Excluir
    4. Anônimo Jumento,porque ela cobre a manifestação da Vadias e gays que são 400 pessoas. porque nao cobrir a manifestação de familias pessoas serias e nao gays e vadias. e nao era 400 pessoas e sim 70 mil.

      Excluir
    5. Vergonha é a senhora mandar o rapaz "ler (onde haveria de ser "leia") com (o) auxílio de um dicionário..."
      Mas, diga-me, como ler até o final uma matéria claramente tendenciosa, que, como disse o Anônimo, se contradiz ao pedir de imprensa e exigir que a imprensa cubra o que é de interesse dos cristãos?

      Excluir
    6. Os evangélicos tem todo o direito de discordar de qualquer coisa que achem errada. O que não podem é querer IMPEDIR que outras pessoas exerçam seu DIREITO de praticar o que são contra.
      Se dois homens ou duas mulheres querem se casar, qual o problema? Se OS OUTROS não forem OBRIGADOS a fazer o mesmo, não consigo ver nada de errado.

      Excluir
  2. E porque não reclamar o fato dela não ter coberto ou noticiado plenamente o evento?

    ResponderExcluir
  3. Antes de tudo, gostaria de agradecer e parabenizar pela reportagem do escritor Reinaldo Azevedo, que de modo conciso soube expressar de maneira clara e objetiva o outro lado da mídia, em que poucos sabem ou se interessam, ou ainda tem a determinação e acima de tudo coragem para falarem a respeito de tal assunto, como aqui foi proposto. Viva a liberdade de expressão e uma mídia livre de sensacionalistas hipócritas! Jesus Cristo está voltando tomara que tenham tempo o bastante para se arrependerem, converterem os seus corações e seguirem os ensinamentos da palavra do DEUS DE ISRAEL. O que se vê, infelizmente, é uma sociedade fragilizada, que vem perdendo seus valores fundamentais como: o respeito, a educação, a honra, a lealdade, a fidelidade, a ÉTICA e a MORAL a cada dia que se passa, o que era exceção virou regra e vice versa. Nesta mesma esteira, constata-se que a atual sociedade se inclina facilmente aos desejos da carne, assim como um animal irracional que SOBREVIVE por meio de seus instintos. Por exemplo, se têm fome vão comer, se têm sono vão dormir, se sente vontade de realizar seus desejos sexuais os executa das mais variadas formas possíveis e inimagináveis (não vou adentrar neste assunto, pois não é esse o objetivo). Ao contrário do que acontece com os cristãos, que buscam VIVER conforme os propósitos que DEUS tem para cada um de nós. DEUS é PAI ZELOSO, assim como o seu pai o faz, ELE também nos disciplina como seus filhos para que nós possamos cumprir a vontade DELE que é boa perfeita e agradável. Isto porque, não há como servir a dois Senhores, bem como luz e trevas não se comunicam. Quero lembra-los de que não sou um homem religioso, porque há uma grande diferença entre ser cristão e ser religioso. Ser um cristão está mais envolvido com um estilo de vida, ou seja, decidir renunciar todos os desejos carnais que não coadunam com a palavra de DEUS e viver a vida que ELE quer, pois cada um tem seu propósito nesta terra. A respeito da escolha de ser cristão, posso disser por mim mesmo que eu não poderia eu ter feito melhor escolha na minha vida. Eu não sou fanático, como alguns podem pensar. Poucos sabem o quanto o amor de DEUS é grande por cada um de nós, eu tomo a liberdade de dizer como filho de DEUS e instrumento da sua vontade quero adverti-los aqui que o INFERNO existe quem for para lá vai viver uma vida eterna de tormento, gritos e ranger de dentes. Reitero os meus agradecimentos ao nobre profissional Reinaldo Azevedo.

    ResponderExcluir
  4. Os cristãos (e demais "crenças") deveriam professar sua fé em seus templos e defender suas posturas sem usar a religião como argumento, uma vez que é um Estado laico o que garante a liberdade e a democracia...

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Concordo com tudo que escreveu.

      Excluir
    2. Se fôssemos seguir esse raciocínio, casais gays deveriam praticar seus atos gays apenas em seus quartos. Deveriam defender suas posturas sem usar argumentos pseudo-científicos para embasá-las. Mas ainda bem que vivemos numa democracia. E casais gays têm liberdade para praticar o que bem entenderem (dentro do limite da legalidade, assim como todos nós, é claro) onde quer que julguem apropriado fazê-lo. E é justamente essa liberdade, garantida pela democracia, que permite aos religiosos (e mais uma vez: dentro do limite da legalidade) utilizarem o argumento que quiserem e professarem sua fé onde entendam ser conveniente.

      Excluir
    3. Pois é, meu caro, concordo com vc em partes. Mas sabemos que o Direito não está separado da moral e que ele está pautado nos fatores sociais. sou a favor sim da descriminalização das drogas, do aborto e da união civil homoafetiva. Agora, se a sociedade brasileira não está moralmente preparada para tais medidas, o que fazer? Devemos fazer descer "garganta a baixo" nossas ideias progressistas? A laicidade completa do Estado brasileiro é um mito, isso é fato. Devemos garantir sim o direito das minorias de se manifestarem, tanto se essas minorias são os homossexuais ou os evangélicos.

      Excluir
    4. Estado Laico? só um demente para acreditar nessa balela! Se fosse laico deveriam arrancar todos crucifixos pendurados no Congresso e em repartições públicas em geral; se fosse laico na Esplanada em Brasília não haveria uma Catedral representando apenas uma religião: a Católica; se fosse laico o governo não apoiaria e organizaria a visita de um Papa no país. Larga a mão de ser imbecil.

      Excluir
  5. Pois é, atitude muito digna da imprensa brasileira por não compactuar de um ato mascarado para esconder o ódio e o preconceito. "...em defesa da família tradicional (homem, mulher e sua prole)".. tem um Profeta por aí que estacionou no século XV Malafaiando os pobres de espírito. Deus é mais!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. hahahaha ele realmente deve estar achando que estamos no séc. XV! Ele e seu rebanho..

      Excluir
    2. Não cabe à imprensa julgar o que é justo ou correto para que seja noticiado. Cabe apenas noticiar. Em sendo assim, não existiriam programas policiais.

      Excluir
    3. Pelos menos ele é como João Batista, fala Raça de Viboras é pecado
      e dar a cabeça por isso.

      Excluir
  6. Dar voz para pastores ladrões como o Sr. Silas Salafrário, tem dó, né? Esse povo está causando um desserviço ao país, ao externar opiniões jurássicas e tentando impor para a maioria do país, que não comunga de suas idéias seu credo pré histórico. Religião é para ser praticada por quem quer e deseja seguir os seus preceitos, que valem somente para quem acredita. Eu, que não acredito nisso e nem sou cristão não devo nem quero ser obrigado a viver minha vida pela ótica estreita desses aproveitadores da boa fé alheia. Daqui a pouco voces vão querer tambem abrir espaço para os estupradores darem sua versão da história deles, assassinos, etc. E sim, esses pastores estão no mesmo nível desses criminosos, enganar o povo em troca de dinheiro é tirar de quem não pode para dar para quem não precisa e nem merece.

    ResponderExcluir
  7. A democracia está ameaçada pela teocracia! Imaginem o dia que os fundamentalistas obrigarem a vc a cumprir o Lévítico. Eu defendo o Estado laico!

    ResponderExcluir
  8. Congregar religião e política nunca dará certo, pois os religiosos se posicionam diante dos problemas sociais sempre de acordo com suas crenças, enquanto os que enxergam o mundo de maneira realista e crítica tentam solucionar os problemas utilizando a razão, sendo esta última opção sempre melhor para dirimir conflitos hodiernamente. Também acho que o escritor se precipitou e dilatou a a notícia de que a mídia não deu a mínima importância para o fato em questão, eu acompanhei os noticiários e embora não tenha repercutido tanto não chegou a ponto de poder se afirmar que a imprensa ficou omissa. Além disso a mídia é livre e faz a cobertura dos fatos que quiser, se não deu muita atenção ao acontecimento certamente deveria existir coisas mais importantes para serem noticiadas. Eu também sou totalmente a favor da liberdade de expressão plena. Posso dizer com toda segurança que os evangélicos exageraram ao dizer que queriam liberdade de expressão, pois isso eles já tem, e afirmar que estavam querendo calá-los. Cabe ao Direito resolver essas querelas, e não à religião que sempre se apoia em dogmas para se expressar, foi assim que milhares de pessoas foram mortas durante a Idade Média, pois os tribunais eram compostos por pessoas da Igreja. Por último quero dizer que sempre leio, respeito e admiro muito a Nação Jurídica, mas dessa vez houve equívocos.

    ResponderExcluir
  9. Engraçado como as pessoas dão mais apoio a libertinagem (cobrir parada gay pode, é saudavel, e eles transmitem tudo de bom para a sociedade) do que para a liberdade de expressar uma opinião. Quer dizer que seu disser que sou contra a prática homossexual, estou destilando meu ódio? Ou porque sou a favor da família homem+mulher e sua prole, eu sou medieval? Infelizmente, muitos não gostam de ouvir a opinião dos outros. E os ativistas gays e simpatizantes que me desculpem, eu ensino aos meus filhos os fundamentos e valores de uma família tradicional ( medieval, para alguns).

    ResponderExcluir
  10. É interessante ver que mesmo anônimo, ou homônimo de anônimos, quando escrevem no anonimato deixam evidentes em suas caligrafias o DNA dos ativistas!!!

    Com exceção dos que não são e estão no anonimato defendendo a verdadeira liberdade e democracia.

    Mais também acho que devem assumir suas identidades!!

    O País é laico, mais deve respeitar a pluralidade de religião em uma nação que se diz livre de preconceitos.

    É impressionante e assustador vê essa imprensa nossa que se diz contra a intolerância, totalmente intolerante ao povo cristão!!! Essa é a mídia que nós temos... A Mídia que veladamente impõe novos costumes e forma opinião da nossa gente!!

    Acho que vivemos um novo tipo de ditadura em nosso país, a que se esconde por detrás de uma imprensa livre e democrática a que se diz plural mais é uni lateral servindo a interesses escusos.

    Mais o que passa na cabeça destes profissionais da comunicação para omitir informação do povo Brasileiro? ou então não são os profissionais!! São os ditadores por detraís das concessões que são publicas né?? Será mesmo que voltou a ditadura...

    Sabe apesar de ser contra o anonimato !!! na duvida... vai que voltou mesmo a ditadura... aaah não vou arriscar não sabe!!! vou preferir assinar com esse homônimo mesmo....

    Só pra ficar claro, sou contra tudo que é imoral e que se opõe a vida!!!

    Parabéns Reinaldo Azevedo pelo brilhante trabalho, é de profissionais assim que o Brasil precisa.

    A imprensa é livre mais não pode ser mentirosa e nem omissa, opinar sim! criticar sim! omitir jamais.

    ResponderExcluir
  11. Meu comentário que enviei ontem ainda não foi publicado aqui. Creio que é só porque minha opinião em relação a essa notícia diverge da opinião do escritor. Se a Nação Jurídica preza pela liberdade de expressão então porque não publicou meu comentário aqui?

    ResponderExcluir
  12. srs. cristãos, jesus nao vai voltar. só zumbis voltam do além. jesus era zumbi?

    ResponderExcluir
  13. Artigo totalmente parcial.

    Fala sério com tantos problemas de corrupção, gente passando fome vocês se preocupam com o fato da imprensa não ter dado destaque ao evento?

    ResponderExcluir

-------------------------------------------------------------------------
É um prazer receber seu comentário e ter sua participação.
Repasse a seus amigos e convide-os a opinar também.