Doutor é quem faz Doutorado!

Postado por: Editor NJ \ 13 de junho de 2013 \ 125 comentários

No momento em que nós do Ministério Público da União nos preparamos para atuar contra diversas instituições de ensino superior por conta do número mínimo de mestres e doutores, eis que surge (das cinzas) a velha arenga de que o formado em Direito é Doutor.

A história, que, como boa mentira, muda a todo instante seus elementos, volta à moda. Agora não como resultado de ato de Dona Maria, a Pia, mas como consequência do decreto de D. Pedro I.

Fui advogado durante muitos anos antes de ingressar no Ministério Público. Há quase vinte anos sou Professor de Direito. E desde sempre vejo "docentes" e "profissionais" venderem essa balela para os pobres coitados dos alunos.

Quando coordenador de Curso tive o desprazer de chamar a atenção de (in) docentes que mentiam aos alunos dessa maneira. Eu lhes disse, inclusive, que, em vez de espalharem mentiras ouvidas de outros, melhor seria ensinarem seus alunos a escreverem, mas que essa minha esperança não se concretizaria porque nem mesmo eles sabiam escrever.

Pois bem!

Naquela época, a história que se contava era a seguinte: Dona Maria, a Pia, havia "baixado um alvará" pelo qual os advogados portugueses teriam de ser tratados como doutores nas Cortes Brasileiras. Então, por uma "lógica" das mais obtusas, todos os bacharéis do Brasil, magicamente, passaram a ser Doutores. Não é necessária muita inteligência para perceber os erros desse raciocínio. Mas como muita gente pode pensar como um ex-aluno meu, melhor desenvolver o pensamento (dizia meu jovem aluno: "o senhor é Advogado; pra que fazer Doutorado de novo, professor?").

1) Desde já saibamos que Dona Maria, de Pia nada tinha. Era Louca mesmo! E assim era chamada pelo Povo: Dona Maria, a Louca!

2) Em seguida, tenhamos claro que o tão falado alvará jamais existiu. Em 2000, o Senado Federal presenteou-me com mídias digitais contendo a coleção completa dos atos normativos desde a Colônia (mais de quinhentos anos de história normativa). Não se encontra nada sobre advogados, bacharéis, dona Maria, etc. Para quem quiser, a consulta hoje pode ser feita pela Internet.

3) Mas digamos que o tal alvará existisse e que dona Maria não fosse tão louca assim e que o povo fosse simplesmente maledicente. Prestem atenção no que era divulgado: os advogados portugueses deveriam ser tratados como doutores perante as Cortes Brasileiras. Advogados e não quaisquer bacharéis. Portugueses e não quaisquer nacionais. Nas Cortes Brasileiras e só! Se você, portanto, fosse um advogado português em Portugal não seria tratado assim. Se fosse um bacharel (advogado não inscrito no setor competente), ou fosse um juiz ou membro do Ministério Público você não poderia ser tratado assim. E não seria mesmo. Pois os membros da Magistratura e do Ministério Público tinham e têm o tratamento de Excelência (o que muita gente não consegue aprender de jeito nenhum). Os delegados e advogados públicos e privados têm o tratamento de Senhoria. E bacharel, por seu turno, é bacharel; e ponto final!

4) Continuemos. Leiam a Constituição de 1824 e verão que não há "alvará" como ato normativo. E ainda que houvesse, não teria sentido que alguém, com suas capacidades mentais reduzidas (a Pia Senhora), pudesse editar ato jurídico válido. Para piorar: ainda que existisse, com os limites postos ou não, com o advento da República cairiam todos os modos de tratamento em desacordo com o princípio republicano da vedação do privilégio de casta. Na República vale o mérito. E assim ocorreu com muitos tratamentos de natureza nobiliárquica sem qualquer valor a não ser o valor pessoal (como o brasão de nobreza de minha família italiana que guardo por mero capricho porque nada vale além de um cafezinho e isto se somarmos mais dois reais).

A coisa foi tão longe à época que fiz questão de provocar meus adversários insistentemente até que a Ordem dos Advogados do Brasil se pronunciou diversas vezes sobre o tema e encerrou o assunto.

Agora retorna a historieta com ares de renovação, mas com as velhas mentiras de sempre.

Agora o ato é um "decreto". E o "culpado" é Dom Pedro I (IV em Portugal).

Mas o enredo é idêntico. E as palavras se aplicam a ele com perfeição.

Vamos enterrar tudo isso com um só golpe?!

A Lei de 11 de agosto de 1827, responsável pela criação dos cursos jurídicos no Brasil, em seu nono artigo diz com todas as letras: "Os que frequentarem os cinco anos de qualquer dos Cursos, com aprovação, conseguirão o grau de Bachareis formados. Haverá tambem o grau de Doutor, que será conferido àqueles que se habilitarem com os requisitos que se especificarem nos Estatutos que devem formar-se, e só os que o obtiverem poderão ser escolhidos para Lentes".

Traduzindo o óbvio. A) Conclusão do curso de cinco anos: Bacharel. B) Cumprimento dos requisitos especificados nos Estatutos: Doutor. C) Obtenção do título de Doutor: candidatura a Lente (hoje Livre-Docente, pré-requisito para ser Professor Titular). Entendamos de vez: os Estatutos são das respectivas Faculdades de Direito existentes naqueles tempos (São Paulo, Olinda e Recife). A Ordem dos Advogados do Brasil só veio a existir com seus Estatutos (que não são acadêmicos) nos anos trinta.

Senhores.

Doutor é apenas quem faz Doutorado. E isso vale também para médicos, dentistas, etc, etc.

A tradição faz com que nos chamemos de Doutores. Mas isso não torna Doutor nenhum médico, dentista, veterinário e, mui especialmente, advogados.

Falo com sossego.

Afinal, após o meu mestrado, fui aprovado mais de quatro vezes em concursos no Brasil e na Europa e defendi minha tese de Doutorado em Direito Internacional e Integração Econômica na Universidade do Estado do Rio de Janeiro.

Aliás, disse eu: tese de Doutorado! Esse nome não se aplica aos trabalhos de graduação, de especialização e de mestrado. E nenhuma peça judicial pode ser chamada de tese, com decência e honestidade.

Escrevi mais de trezentos artigos, pareceres (não simples cotas), ensaios e livros. Uma verificação no sítio eletrônico do Conselho Nacional de Pesquisa (CNPq) pode compravar o que digo. Tudo devidamente publicado no Brasil, na Dinamarca, na Alemanha, na Itália, na França, Suécia, México. Não chamo nenhum destes trabalhos de tese, a não ser minha sofrida tese de Doutorado.

Após anos como Advogado, eleito para o Instituto dos Advogados Brasileiros (poucos são), tendo ocupado comissões como a de Reforma do Poder Judiciário e de Direito Comunitário e após presidir a Associação Americana de Juristas, resolvi ingressar no Ministério Público da União para atuar especialmente junto à proteção dos Direitos Fundamentais dos Trabalhadores públicos e privados e na defesa dos interesses de toda a Sociedade. E assim o fiz: passei em quarto lugar nacional, terceiro lugar para a região Sul/Sudeste e em primeiro lugar no Estado de São Paulo. Após rápida passagem por Campinas, insisti com o Procurador-Geral em Brasília e fiz questão de vir para Mogi das Cruzes.

Em nossa Procuradoria, Doutor é só quem tem título acadêmico. Lá está estampado na parede para todos verem.

E não teve ninguém que reclamasse; porque, aliás, como disse linhas acima, foi a própria Ordem dos Advogados do Brasil quem assim determinou, conforme as decisões seguintes do Tribunal de Ética e Disciplina: Processos: E-3.652/2008; E-3.221/2005; E-2.573/02; E-2067/99; E-1.815/98.

Em resumo, dizem as decisões acima: não pode e não deve exigir o tratamento de Doutor ou apresentar-se como tal aquele que não possua titulação acadêmica para tanto.

Como eu costumo matar a cobra e matar bem matada, segue endereço oficial na Internet para consulta sobre a Lei Imperial:

www.planalto.gov.br/ccivil_03/revista/Rev_63/Lei_1827.htm

Os profissionais, sejam quais forem, têm de ser respeitados pelo que fazem de bom e não arrogar para si tratamento ao qual não façam jus. Isso vale para todos. Mas para os profissionais do Direito é mais séria a recomendação.

Afinal, cumprir a lei e concretizar o Direito é nossa função. Respeitemos a lei e o Direito, portanto; estudemos e, aí assim, exijamos o tratamento que conquistarmos. Mas só então.


Prof. Dr. Marco Antônio Ribeiro Tura, 41 anos, jurista. Membro vitalício do Ministério Público da União. Doutor em Direito Internacional e Integração Econômica pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Mestre em Direito Público e Ciência Política pela Universidade Federal de Santa Catarina. Professor Visitante da Universidade de São Paulo. Ex-presidente da Associação Americana de Juristas, ex-titular do Instituto dos Advogados Brasileiros e ex-titular da Comissão de Reforma do Poder Judiciário da Ordem dos Advogados do Brasil.

Fonte: www.jusbrasil.com.br

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125 comentários:

  1. Marco Antônio Ribeiro Tura SÓ FALA TUDO ISSO PQ JÁ TEM DOUTORADO !

    QUERO VER FALAR SE NÃO TEM

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    1. O choro é livre, meu caro.
      O autor do texto só disse a verdade. Eu mesma dispenso o tratamento: nunca assinei uma peça como "Dra. Fulana de Tal", nem exijo ser chamada assim.

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    2. O choro é livre, meu caro.
      O autor do texto só disse a verdade. Eu mesma dispenso o tratamento: nunca assinei uma peça como "Dra. Fulana de Tal", nem exijo ser chamada assim.

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    3. Então vá lá fazer o seu Doutorado, Anônimo.

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    4. Direito Consuetudinário... Noblesse obligué!! Agora, Ilustríssimo Sr. Dr. Representante do Ministério Público, leia-se: Promotor de Justiça, que nem necessita de Doutorado para exercer o nobre ofício, bastando unicamente ser bacharel em Direito submetido à concurso público de provas e títulos, e obter a classificação no certame... Por que resolveu atacar os causídicos??...Certamente, porque jamais militou como advogado!! Muito confortável essa posição , de promotor "atacando" literalmente o advogado... Como se já não bastasse a sociedade!! Repúdio total ao conteúdo...Nação Jurídica, se liga!!!

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    5. Repúdio é profissionais do Direito se preocuparem mais com a forma de tratamento do que com o próprio Direito em si.

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    6. O nobre membro do MP, professor, doutor e membro votalício do MP da união, em toda sua magnitude catedrática esqueçeu de analisar a origem da palavra "doutor"... mas fica a dica: "Doctorum", lembrando que não existiam cursos de doutorado à época.

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    7. Esqueceu ...... nao tem Ç no esqueceu.....quer ser chamado de dr. e não sabe escrever rss....."em toda sua magnitude catedrática esqueçeu" kkkkkkkkkkk ...........

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    8. Que choro, tanta importância para ser chamado de Doutor, é só pura arrogãncia
      e como disse a Adriana, "O Choro é livre meu caro!" (Que maldade minina rs)

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    9. O senhor me desculpe, mas eu nem ao menos sou formado e concordo plenamente com o Dr. Tura. Acho que essa coisa de ser chamado de Doutor é mero apelo a vaidade dos advogados, que não é pequena. Acho um absurdo titular pessoas de forma errada. Isso é talvez um grande insulto às pessoas que tanto lutam durante anos para afinal se formarem DOUTORES e digo isso em defesa das mais variadas áreas do conhecimento,pois ainda é de grande difusão no âmbito popular que só se formam doutores os médicos, dentistas e advogados. Tal fato é o mais absoluto desprezo, como já disse, ao trabalho árduo dos indivíduos da nossa sociedade e despreza absolutamente a meritocracia.

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    10. Vinha tão bem, mas ao exigir tratamento diferenciado entre advogados, e igualando juízes e promotores, feriu a Lei Federal 8.906/94 que reza em se CAPÍTULO II

      Dos Direitos do Advogado

      Art. 6º Não há hierarquia nem subordinação entre advogados, magistrados e membros do Ministério Público, devendo todos tratar-se com consideração e respeito recíprocos.

      Então é claro e inequívoco que o mesmo tratamento exigido pelo representante do MP deve ser dispensado aos advogados.

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    11. Vaidade, tudo é vaidade...De quem exige o tratamento, de quem menospreza os que não tem o título acadêmico. Para os leigos não é o "Doutor" que fará a diferença, e sim a competência do profissional. Com ou sem formalismos, o importante é que o objetivo seja a promoção do bem social e justiça.

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    12. SAINDO DO "SEXO DOS ANJOS" ESTE HUMILDE E ETERNO ESTUDANTE, NUNCA VIU, EM AUDIÊNCIA OU EM QUALQUER ATO SOLENE, UM MEMBRO DO MP SER CHAMADO OU OFICIADO DE EXCELÊNCIA, NEM MESMO POR MAGISTRADOS, ADVOGADOS E PARES, OU UM ADVOGADO NÃO SER TRATADO POR DOUTOR POR ALGUM DESTES;
      D.D MEMBRO DO MP, EM AUDIÊNCIAS COMO O Sr. SE DIRIGE AOS ADVOGADOS?

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  2. Eu sempre tive está dúvida, era propenso a pensar assim, hoje minha dúvida em relação a esse assunto acabou! Obrigado

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  3. Você está esquecendo de algo muito importante no Direito: COSTUMES! hehe

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    1. Que os costumes sejam mudados, então!

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    2. Costume equivocado, como ficou bem claro no texto. Persistir no erro não é muito inteligente.

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    3. Costume equivocado, como ficou claro no texto. Os advogados devem ser os primeiros a saírem do senso comum e agirem de acordo com a lei. Persistir no erro de se autointitular doutor não é atitude inteligente.

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  4. Advogado sempre foi doutor.
    Aceita que dói menos.

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    1. Sou estudante de Direito e serei bacharelado quando formado, não DOUTOR. Para quem quer defender o Direito, aprendam a cumpri-lo primeiro. DOUTOR é título acadêmico e não jurídico, atribuído àqueles que defenderam uma tese e obtiveram aprovação.

      RESPEITA QUE DÓI MENOS!

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    2. Se querem defender o Direito, cumpram-no primeiro.
      Sou aluno de Direito em uma universidade federal, mas quando concluir serei apenas um bacharel. O título de DOUTOR é acadêmico e não jurídico, atribuído apenas aqueles que defendem uma tese e obtêm a aprovação da mesma.

      RESPEITA QUE DÓI MENOS!

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    3. Nem advogado e nem delegado.

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  5. Tinha que ser do Ministério Público mesmo pra ser tão enjoado kkk, enquanto isso o povo sofre com falta de MP"s federais e estaduais atuantes em questões bem mais pertinentes :/

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  6. Concordo com o texto, mas quero ver isso ser aplicado ao profissionais de medicina também.

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  7. Achei o texto com tom de "humilhação, prepotência".Não com o intuito de informar.NAO GOSTEI.Todavia,os estudantes já sabem disto, chegou tarde!

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  8. Me poupe Prof. Dr. vc sofreu tanto assim q ter o Doutorado!? vai te lascar...

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  9. tsi tsi tsi, tanta coisa mais importante pra debater e me vem com esse artigo! AFFEEE........ SÓ PQ JA TEM DOUTORADO ESTÁ DEFENDENDO ESSA TESE........ COSTUMES, COSTUMES, POR ISSO O TRATO COMO DR.

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  10. Com título ou sem título de Doutor, a lei que impera é a lei sócio-cultural. Portanto, meu caro Marco Antônio Ribeiro Tura, os advogados são doutores. Admiro o seu estudo, o cargo que exerce, merece os nossos parabéns, mas não diminuamos o reconhecimento histórico-cultural adquiridos pelos profissionais da advocacia. Eles merecem tantos doutorados quanto nós (me incluo na lista de futuro doutor), pois defendem com maestria as inúmeras teses apresentadas no labor do ofício.
    Aos doutores advogados, mandamos a nossa saudação!
    Fábio

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  11. Concordo plenamente com o texto, tem que estudar muito pra ser "doutor" acredito ser valido principalmente para todos da área do direito.

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  12. Concordo DOUTOR, a verdade dos fatos é que nossos cursos de direito tem aumentado, mas em quantidade e não em QUALIDADE. Alguns "doutores" acham que são a justiça. Vejo reclamações acima, mas não vejo juridicamente CONTESTAÇÃO a sua análise. - É triste.

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  13. Vejo que o senhor, Professor Doutor, não tem pay per view em casa.
    Não é tradição? Pra que discutir o assunto? Tem tanta coisa mais relevante pra se por em discussão.
    Esse texto só vem demonstrar que, pior que os advogados chamados de doutores, são pessoas como o senhor, boçais que fazem questão de divulgar suas especializações, mestrados, doutorados nacionais e internacionais achando que são donos da verdade absoluta.
    Também achei o texto com tom de prepotência.
    E no mais, permita-me uma observação um tanto esdrúxula, mas pra se preocupar em elencar tantos títulos, ou o senhor é frustrado com alguma coisa, ou tem o pinto pequeno.

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    1. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk...morriiiiiiiiiiiii..kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk...ate concordo com o texto, mas a arrogancia com que ele expos os fatos me deixou extremamente enojada! ameiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii o piupiu pikeno...kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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    2. E vocês, como já dito acima, não conseguem rebatar nem sequer uma das frases dele com argumentos jurídicos... Ficam no famoso mimimi que é o COSTUME comum do brasileiro. Boçais são vocês que preferem título sem estar a altura destes. Preocupem-se com a qualidade do trabalho de vocês e depois se preocupem em merecidamente serem enobrecidos como tal.

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  14. Cristiane Nogueira13 de junho de 2013 16:36

    Excelente artigo, parabéns!

    Texto inteligente, esclarecedor e pontual. Sou advogada e até o momento só conhecia a outra versão, confesso que diante de todos os fatos apresentados, com indicações de pesquisa para sanar dúvidas, será dificil encontrar e acreditar e outros argumentos.

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  15. Viii.A turma não ta concordando porque fazem o curso de direito ou já são formados na área. Aceitem a realidade seus merdas. Pra ser doutor, vão ter que fazer doutorado. Pode espernear! Só vão ser chamados de doutores pelos ignorantes, ou por vocês mesmos. Acho que fui redundante agora, rs, rs.

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  16. Não concordo com o membro do MP. Isto mais parece rancorismo, uma vez que o proprio é Doutor, na sua propria acepção - Comungo do pensamento de outros quando dizem: A arrogancia esta neste artigo.

    Acredito que o MP tem coisas mais importantes para tratar, como por exemplo a PEC 37. LAMENTAVEL

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  17. Quer o Prof. Dr. Marco goste ou não goste do Título Dr. para Advogados, Médicos, Dentistas, Veterinários e etc., isso continuará sendo desse jeito pela tradição e costume do povo. O Prof. Dr. fulano acima pode barrar esse título em seu trabalho diário, se assim quiser se indispor com muita gente todos os dias (caso prefira viver se incomodando é uma escolha pessoal), pode zombar e desrespeitar em seu pequenino ciclo de convivência, MAS isso não mudará a realidade social e nem os hábitos das pessoas. Agora mudará o seu próprio dia, isso, certamente.

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  18. Escreveu tanto apenas para se vangloriar de ter doutorado, o que me admira mais é saber que uma pessoa com tantas qualificações e pompa, ainda perde seu precioso tempo escrevendo sobre um tema de absoluta insignificância. Procure usar toda essa sua sabedoria digníssimo doutor em assuntos mais produtivos e não pelo banal motivo da auto promoção.

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    1. Concordo Thiago Carvalho. Puro pretexto para exibir seus supostos títulos, usando um tema irrelevante. Já é sabido que os membros do MP, mormente os da União, são vaidosos como pavões, mas, pelo visto, também estão com trabalho de menos... Vaidade e falta do que fazer!

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  19. Escreveu tanto apenas para se vangloriar de ter doutorado, o que me admira mais é saber que uma pessoa com tantas qualificações e pompa, ainda perde seu precioso tempo escrevendo sobre um tema de absoluta insignificância. Procure usar toda essa sua sabedoria digníssimo doutor em assuntos mais produtivos e não pelo banal motivo da auto promoção.

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  20. Este artigo foi apenas para mostrar sua prepotência!

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  21. O texto é bom, porém os comentários são bobos. Aos 41 anos e ainda precisa de auto-afirmação? Sou advogado recém-formado, não me intitulo de Dr., mas nem por isso deixo de chamar os colegas de doutores. Por acaso deixas de chamar um Juiz que considera ruim de Excelência? A questão é realmente o costume, tradição e respeito, o que não quer dizer que por não ser Dr. é menos capaz, ao contrário, tantos estudiosos que nós vemos, mas chega na prática,no dia a dia, não consegue achar uma solução viável.

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  22. Doutor é quem defende uma tese. Essa é a definição mais abrangente para o título, sendo assim advogado é doutor sim, por alé de defender constituir teses.

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    1. A palavra Doutor, que significa alguém versado em determinado assunto, é muito mais antiga que qualquer instituição de ensino como as universidades, então, o povo e a tradição popular, em sua simplicidade, mostraram-se muito mais precisas que o Dr. ali acima ao utilizar a palavra. Se tratarmos como Dr. apenas quem detém tla título, devemos chamar o Lula de Dr., sim, nosso ex-presidente, semi-analfabeto já recebeu tal título de algumas universidades.

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  23. Não sei como a " jusbrasil"concordou em publicar um texto tão pobre assim. Onde até a OAB, já se pronunciou a respeito, de uma ética e respeitosa. Frustração é terrível

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  24. Doutor é quem FEZ doutorado, quem FAZ doutorado é doutorando. Pelo menos é assim que funciona na minha universidade.

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    1. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk...ameeeeeeeeeeeeei... ele mesmo se autointitulou Dr, so q não.

      kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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  25. Bando de vagabundo que não quer estudar e ser chamado de doutor. VÃO ESTUDAR, bando de invejosos que NÃO SÃO DOUTORES.

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  26. está correto! não fez doutorado? não merece essa patente!

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  27. Doutor é quem FEZ doutorado, quem FAZ é doutorando. Posso estar errado, mas assim é como funciona pra todos os cursos da minha universidade, incluindo direito.

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  28. só podia ser do parquet mesmo para ser tão chato!!!!

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  29. SÓ PODIA SER DO PARQUET MESMO PARA SER TÃOOOOOOOO CHATOOOOO

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  30. Vindo do MP eis aqui meu parecer...Mais trabalho e menos bla bla bla DOUTOR!Promova a Justiça e não desigualdade o Sr. optou pelo menos direito que todos nos. Me importa mais seus pareceres, recomendações e andamentos processuais que seus títulos.

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  31. A babação de ovo começa na peça jurídica: "Excelentíssimo Senhor Doutor Juiz..."

    Tentem despachar com um juiz, que não tenha doutorado, sem chamá-lo de Doutor pra você ver!

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  32. Membros do Parquet sempre se preocupando com coisas tão superficiais, enquanto a atuação "custus legis" deixam para outra oportunidade... e ainda querem presidir inquéritos..kkkk

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  33. Nobre representante do MINIstério Público.

    Inicialmente meus cumprimentos pelo seu Doutorado.

    Sou advogado, e tenho muito respeito por todos os membros que atuam em nosso judiciário.
    Acredito que você estudou muito para (inicialmente ser advogado), obter exito em um concurso público e após concluir o seu Doutorado.

    Mais ficar com esse lenga lenga é chover no molhado, como ao meu entendimento suas alegações são mais emocionais do que racionais.

    Como demonstrou ser uma pessoa extremamente "culta", porque não ocupa sua mente em defender os interesses da sociedade ao invés de ficar enchendo a sua cabeça de merda.

    Defensa a sua tese, pois nós (MEROS) advogados defendemos os interesses do cidadão.

    E antes que eu me esqueça, é verdade que se o Magistrado soltar um peido o MINIstério público tem que ir correndo enfiar o nariz no anus do juiz e cheirar????

    Despacho: "Vistas ao MP".

    Lamentável.

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  34. Aaaa meu querido representante do MINIstério Público.

    Torça para que o STF não aprove a PEC 37.
    Pois ficará feio para os Doutores Promotores.
    Vão ser tão investigadores como os escrivães da Policia Civil.
    kkkkk

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  35. Cada qual chora por onde for mais fácil...(The Jordan)

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  36. Metidinho esse Dr., ainda por cima não revisou o texto como deveria. De qq. forma ele está certo. Abço.

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  37. Caro Dr. sabichão e escritor de várias coisas etc., e tal. No seu ponto de vista Doutor é quem fez doutorado, mas o mesmo título (Dr. honoris causa) pode ser concedido por instituições de ensino e, sendo desta forma, um semi-analfabeto como Lula também é doutor.
    O que vale e não vai mudar é que popularmente e tradicionalmente, qualquer pessoa que possua conhecimento em alguma área será chamada de Dr. Aliás, nesse ponto a cultura popular é muito mais sábia que o Sr. Dr., pois aplica muito bem a palavra em seu sentido etimológico.
    Rematando, se Dr. é só que fez doutorado, como o Sr. explica que a palavra tem uma origem muito mais antiga que as próprias intituições de ensino?

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  38. Discussão estéril e ridícula! Mais parece um recalque de quem foi advogado, mudou de lado e agora esquece as suas origens, querendo se colocar numa posição de superioridade em relação aos demais. Texto extremamente arrogante...

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  39. Esse foi seu tama para o "doutorado"? kkkk....

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  40. Minhas dúvidas em relação ao assunto foram sanadas. Obrigado!

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  41. E quem disse que a palavra "Doutor" só designa quem possui a titulação acadêmica de "doutorado"? Que visão pequena a de vocês. Doutor é uma palavra polissêmica, e, entre outras coisas, designa, por exemplo, quem tem aptidão para ensinar (procurem nos léxicos pátrios). E não se esqueçam do "doutor honoris causa", que é "doutor" sem ter concluído o curso de doutoramento.

    A palavra "doutor" já era usada para os profissionais do direito MUITO ANTES de criarem os cursos de doutoramento que temos hoje (a justificativa era o alto grau de conhecimento possuído pelos verdadeiros juristas); da mesma forma, não é raro chamar professor de "mestre" sem que tenha concluído o curso de Mestrado. Não há erro. Há significados diferentes por de trás da mesma palavra.

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  42. Acho melhor um linguista esclarecer essa duvida. Afinal todos chamamos médicos de doutor, não só no Brasil como também no exterior.

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    1. Está enganado. No experior não se chama advogadozinho de dotô, não. Assite um filme e vê.

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    2. assiste um filme e vê. Depois dessa vou fazer uma graduação pelo cinema! kkkkkkkkkk

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  43. Tem coisa mais importante não pra escrever?? por favor né ???

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  44. a pergunta é: QUE DIFERENÇA ISSO FAZ?

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  45. Pois é esse carinha ai esta defendendo essa tese porque a tem doutorado, mas eu não conheço ninguém que não fez doutorado defendendo isso, até fiquei comovida com a expressão de nobreza do colega, que humildade tem esse moço!!!pena que ele não postou isso antes de fazer o doutorado, aposto que o chamavam de "doutor", e ele estufava o peito....rsrsrsr. mas assim,entendo que nossa justiça para atuar juridicamente, usa,leis, princípios,analogia,costumes e etc.portanto entendo que chamar um advogado de doutor faz parte dos costumes, dessa forma não vejo porque o tão nobre e digníssimo colega perdeu se tempo escrevendo tal coisa, e outro modo veja que isso não faz a menor diferença, ser chamado de doutor ou não o que vale mesmo é a seriedade dos profissionais, vejo tantos doutores de carteirinha que são uns baita falcatruas, e sugiro ao nobre doutor escrever sobre temas mais interessante os quais poderão acrescentar alguma coisa para nosso conhecimento, resumindo pra mim todo que ele escreveu foi "chover no molhado".

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  46. Doutoe é cliente de flanelinha

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  47. Somente um artigo da OAB.

    http://www.oab.org.br/editora/revista/users/revista/1211290605174218181901.pdf

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  48. Agora experimenta não chamar o Juiz de Doutor... Causa perdida meu caro!
    Eu mesma já fui olhada com cara feia só por chamar um advogado de Senhor no fórum...

    No caso de médicos ainda é pior... Conheço gente que chegou a ser demitida por desrespeito, por se recusar a chamar uma médica de Doutora.

    RIDÍCULO!

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  49. José Antonio Dias Toffoli, Profissão (atual): Ministro do Supremo Tribunal Federal / STF- Suprema Corte. Idade: 41 anos, Currículo:Formado pela USP,Pós-Graduação: nunca fez, Mestrado: nunca fez, Doutorado:também não fez, Concursos: 1994 e 1995 Reprovado em concursos para juiz estadual em São Paulo.

    Gostaria que o nobre e Renomado Doutor, dedicasse o mesmo empenho em explicar para que tantos títulos o cargo máximo da justiça em nosso pais é ocupado por um Dr. advogado... gostaria de saber se tem coragem de dedicar tanto estudo explicar os casos das advogadas, indicadas aos cargos de desembargadoras, Dra.Leticia Mello, filha do ministro Marco Aurélio Mello, e Dra. Marianna Fux, filha do ministro Luiz Fux e ai nobre Doutor mata a cobra ... são todos advogados o senhor tem coragem de se manifestar ...

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  50. doutor |ô|
    s. m.
    1. Indivíduo que recebeu o maior grau universitário, com direito a usar as insígnias de borla e capelo.
    2. Homem douto em ciências ou letras.
    3. [Por extensão] Bacharel formado.
    4. [Religião] Dogmatizador arguto.
    5. [Informal] Pessoa ignorante e pretensiosa.
    6. Bacio.

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  51. Esse cidadão, funcionário público, deve ser insuportável no seu ambiente de trabalho! A leitura de seu artigo me enoja pela sua prepotência! Ridículo e desnecessário! Um 'ser' que aduz possui tantos 'títulos' se preocupando com um assunto tão desimportante! Poderia até dizer que este assunto seria de lavadeiras, mas não direi, pois talvez eu possa ofendê-las! Promotor, os seus títulos pouco me interessa, gostaria de saber do seu caráter, pois o seu salário é o povo quem paga. Contudo, nem isso preciso saber mais, pois o seu escrito diz tudo quem verdadeiramente é! Vá trabalhar! E que passe muito bem!

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  52. \prezado "DOUTOR":
    Muito embora vossa teoria estar relativamente e aparentemente correta, com todo respeito não está! Vossa Exceleência, bem sabe que existe doutores que são bem menos experientes de que muitos advogados e bacharéis em direito, assim lhe pegunto? de que vale o título? Doutor é aquele profissional que trabalha com amor a profissão, ao próximo, que faz o melhor que sabe e não aquele profissional que faz da banca balcão de negócios! De que adianta o profissional possuir doutorado se nem ao menos conhece os problemas existentes nas classe mais desfavorecidas da sociedade! Assim, no meu conceito, doutor é aquele profissional que efetivamente trabalha no front da profissão, sem esperar o enriquecimento financeiro por esta atividade, como que é o exemplo de 99% dos "doutores", que na maioria das vezes sabem bem menos que a maioria dos advogados da ativa! Defendem teses ridículas que não servem para nada e se dizem doutores! Assim, o verdadeiro Doutor é aquele que efetivamente fez alguma coisa por todos, desenvolveu uma tese produtiva e não pessoas que fizeram doutorado, ou seja, existe doutores sem titulo e existem ignorantes com títulos!

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  53. um artigo pra se auto promover,nao vi nada demais alem disso! "dr" virou um pronome de tratamento para com advogados, medicos, dentistas e veterinários.

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  54. POIS BEM, LOUVADOS SEJA VOSSA EXCELÊNCIA E TODOS OS TÍTULOS, TODAVIA DEVO DIZER-LHE “ VAI TRABALHAR”. HONRE SEU MÚNUS PÚBLICO. QUER SER LEMBRADO? FAÇA ALGO POR MOGI DAS CRUZES. A COISA TÁ FEIA AÍ. SE VOSSA EXCELÊNCIA COMBATER A CORRUPÇÃO NA SUA CIDADE VOU TE TRATAR DE DOUTOR OU DO QUE QUISER. MELHOR AINDA, VOU TE CHAMAR DE HERÓI.

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    1. KKKKKKKKKKKKKKKKKKKK APOIADO! BANDO DE VAIDOSO!

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  55. acordem povo, brasileiro prefere ouvir uma mentira do que a verdade."conheceres a verdade e ela os libertará".

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  56. Acho que não sei ler.... Alguém teve a curiosidade de ler a lei que o membro do MP faz referência??? Leiam o artigo 9º. Pra mim claramente ele institui o título de Doutor. E não vi em nenhum lugar se falar que é para estudantes portugueses.

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  57. Discordo totalmente, não me faz diferença e não me mudará o que sou não sou, mas para tal consideração então terá de ser revogada a lei que qualifica os estudiosos das áreas citadas.

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  58. Não sou advogado, mas eventual CLIENTE desses profissionais. Fiquei bastante mal impressionado com o nível de argumentação dos contrapontos aqui apresentados. Alguns optaram simplesmente por desqualificar o articulista com adjetivos de prepotente, vaidoso etc. Outros argumentaram que é o "costume", que é justamente o propósito salientado pelo artigo: acabar com esse "costume". Já foi "costume" no Brasil jogar água servida pelas janelas. Costumes devem ser mudados com a evolução da civilização. Outro diz que a palavra "tese" é o que faz diariamente em seu trabalho, fingindo ignorar o significado do termo como utilizado no artigo.

    Se não acham propósito em abrir mão de uma titulação que NÃO conquistaram, vou lhes dar um importante: o direito de seus CLIENTES saberem a verdadeira formação acadêmica de cada profissional, para poderem usar como critério de escolha. Costumo procurar médicos por seus currículos Lattes no CNPq. Quantas pessoas podem fazer isto no Brasil? Pois a indicação de uma titulação verdadeira dos profissionais facilitaria a escolha de todos. É o mesmo com os advogados.

    Outro razão: a motivação da busca de maior titulação entre os profissionais que forem chamados apenas de "bacharel" ou "advogado", quando tiverem apenas cursado a graduação. Com um maior tempo e aprofundamento nos estudos, todos sairiam ganhando. Menos os preguiçosos.

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  59. Minha dúvida é a seguinte: Como um homem de 41 anos conseguiu realizar tantas coisas na vida? meu Deus, eu levanto cedo, trabalho o dia todo (as horas parecem voar), realmente inacreditável, escrever livros, fazer tese de doutorado em outro país e ainda advogar como bem relatou. Honestamente não acredito que tenha efetivamente advogado, atendido clientes impacientes e aguardado muitas vezes em filas de cartório para atendimento. Dr.Marco Antonio, admiro sua competência e inteligência, porém, não me desmereço sem sombras de dúvidas, pois, são os advogados como eu que fazem essa máquina funcionar, sem advogado não há justiça e ponto. Quanto ao título de doutor, não me importo que me chamem assim, porém, exijo respeito, e digo mais, o direito tem inúmeras interpretações, há aqueles que dizem não sermos doutores segundo a lei, e há aqueles que dizem sermos doutores segundo a lei. Vossa Excelência pode não gostar, mas, sou daquela corrente em que acredita que advogado é doutor sim.

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  60. Acho que com tantos títulos, o Excelentíssimo Doutor acabou por desaprender a arte da interpretação. Podemos extrair as seguintes conclusões do art. 9º: 1ª) 05 anos de curso com aprovação é dado o grau de bacharel. 2ª) a respectiva habilitação com os requisitos dos estatutos que deverão ser constituídos para as respectivas áreas de atuação do bacharel(estatuto não é sinônimo de faculdade)será dado o grau de doutor, e somente estes, poderão ser Lentes (professores do curso de direito).

    Não é demais lembrar, que àquela época, quando ainda criava-se o curso de direito, não havia a titulação acadêmica que vemos atualmente.

    Tudo bem que o Ilustre Doutor tenha a fixação ou mesmo necessidade de expor todos os seus títulos acadêmicos (necessidade visível de autoafirmação), porém, um pouco mais de respeito aos advogados (que verdadeiramente defendem teses em seu cotidiano) não o deixaria em menor patamar.

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  61. Na carreira jurídico, a profissão que mais admiro é a de advogado. A sociedade reconhece o título ao advogado. Ser um advogado bem sucedido é um sonho de qualquer da carreira jurídica o resto é frustração.

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  62. Tem gente que não sabe diferenciar mas de mais e quer argumentar ainda...Pelo amor né!

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  63. É pelo visto quem faz direito é sempre arrogante em sua maioria, pois não querem perder um simples status de Dr, assim como via na faculdade, alguns tinham mochila e ainda assim lá estavam eles com o vade-mécum à mão, é por esse sentimento de status e não de compromisso com a melhoria social no âmbito da justiça, que analogamente Dilma importou médicos, queremos os louros e não o as marcas que ideário produz. Serei advogado sem Drs, serei Dr com o mérito que me sobrevier com a dedicação aos estudos, e não por um costume, que não revoga leis e muito menos resoluções da própria OAB. Cambada e faz nada, ainda tem ciúmes do Dr lá que hj está no MP por mérito próprio...

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  64. Em que pese estar correto, chama atenção a humildade do DOUTOR.

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  65. Não é difícil encontrar quem menospreze a classe dos advogados, expurgando dos seus membros o título legítimo de Doutor. Mas é inerente a capacidade intelectual compreender que o ignorante fala, e só, nos domínios dos conhecimentos seus, e, portanto, não detém nenhum domínio. Apenas energia desperdiçada inutilmente! A joia encravada no seu crânio é estéril.

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  66. Nem toda a veracidade das informações prestadas pelo membro do parquet são tão cristalinas - e repugnantes - quanto a sua arrogância. Em setenta e cinco por cento do texto, se digna a elencar seus títulos e façanhas, como se importasse alguma coisa aos leitores. Enfim, parabéns, "DOUTOR", por suas andanças, mas, a bem da verdade, quanto menos expostas em uma vitrine escrita, mais agradável a leitura.

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  67. Ahhh se ele não fosse Doutor... kkkkkkkkk

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  68. Sim, agora só falta traduzirmos esse texto pro inglês e mostrarmos pros americanos, pois lá chamam médicos de doctor.

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  70. Ta com tempo de sobra! kkkkkkkk

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  71. Incrível... Parece que todo texto foi arquitetado para que o autor expressasse que ele é Doutor.

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  72. Enquanto isso a mesa dele deve estar cheia de processos parados.

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  73. Texto fraco, sem argumentos escrito e tudo de modo ad hominem e exclusivamente para mostrar que é dentre outros "membro vitalício do mp" kkk chegou a ser patético a vontade de aparecer. Mas enfim.. qualquer anencéfalo sabe que o titulo doutor é somente para quem tem doutorado, a questão do Advogado é somente histórico e cultural, n precisa ser inteligente q n é a nível de graduação que chamamos de doutores e sim cultural.

    E o texto fala de um modo como se fosse difícil hoje fazer e terminar um doutorado (aliás, é mais fácil e rápido que terminar a graduação). Acho que o senhor deveria parar de mamar nas tetas do estado e trabalhar um pouco.

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  74. vai toma no cu promotor do caralho

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  75. Blá, blá, blá....
    De novo esse questionamento imbecil!!
    Sou advogado e pra mim tanto faz!!!
    Até pq, conheci muitos doutores na faculdade que sinceramente, sou mais meu bacharelado!!!!

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  76. Só vejo um bando de NÃO DOUTORES chorando porque se acham no direito de ser chamados assim....NÃO, SE NÃO FEZ DOUTORADO NÃO É DOUTOR!!!

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    1. Caro Anônimo, cuidado com as palavras.
      "Só vejo um bando de NÃO DOUTORES chorando porque se acham no direito de ser chamados assim....NÃO, SE NÃO FEZ DOUTORADO NÃO É DOUTOR!!!"
      Você deveria se informar mais antes de dizer tais coisas. Para esclarecer melhor a minha crítica, digo-lhe que existe uma lei específica que trata disso ( Lei nº 9.394/96 Diretrizes e Bases da Educação), e a OAB já se pronunciou quanto ao assunto .(http://www.oab.org.br/editora/revista/users/revista/1211290605174218181901.pdf).
      Vale lembrar que quando os seus direitos são violados - isto é, se você conhecer todos os seus direitos - você recorre a quem ? Sabia que se você não chamar um juiz de doutor você perde o caso, mesmo ele não tendo doutorado? Nos casos de Direito, Medicina, Odontologia e Veterinária tem-se o privilégio do título de doutor sem doutorado sim, qual o problema nisso? Leva -se em conta que os cursos são tradicionais e muito antigos (veterinária talvez não), e antigamente não existia o doutorado, na verdade o curso de doutorado é muito recente, considerando a idade dessas profissões. Ressalto também o fato de que antigamente não se tinha tantos cursos diferenciados quanto hoje em dia, e PODE SER que por esse motivo tenha se implantado o doutorado.

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  77. Fico embasbacado com tamanha soberba, a falta de humildade é de uma estampa expressiva. Em vário tempos do referido texto o nobre SERVIDOR PÚBLICO Marco Tura, atira no ventre dos leitores seu títulos, feito e refeitos. Sou isso aquilo e fiz mais do que fiz.... Modéstia, costumes e equivalência eu nunca vou desprezar. Aqueles que decidirem referir-se a mim como Dr. será bem vindo..... e vou sempre colocar o Dr em todas as petições e similares.... simples assim!

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  78. Aff... que desgraça... !!! O cara faz o doutorado e fica se gabando... !! Lembrem-se que a profissão do advogado tem uma especificidade única, pois é a UNICA profissão que exige, após o bacharelado, a porra de uma prova para exercê-la. Ou seja, além de pagar pra fazer a prova obrigatória e quando passa... ainda tem que pagar anuidade para trabalhar. QUE me diga....existe outra profissão no Brasil em que para exercê-la tem que pagar. QUE SE FODA ESSA DROGA DE DR. .... QUE SE FODA ESSA INSTITUIÇÃO CAÇA NIQUEIS (OAB)

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  79. Essa história de ser doutor ao meu ver, com certeza não é, pois não fez doutorado. Todavia há de acordo com a língua portuguesa o pronome pessoal de tratamento, no qual o pronome doutor pode ser usado para se referir não só a quem possui doutorado, mas sim também a médicos e advogados.

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  80. Tudo se explica, o cara é promotor de justiça (EXCELÊNCIA). Excelência o c...... tal deve ser tratado como parquet mesmo.

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  81. O titulo de DOUTOR POR EXCELENCIA foi concedido por DOM PEDRO I em 1827. E nada se confunde com o estabelecido pela lei 9.394/96, diretrizes e bases da educação, oferido e concedido pelas universidades aos academicos em geral

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  82. Caro doutor Tura sou medica e uso sim meu titulo de dra com muito orgulho e sem fazer o doutorado,porque.
    Se eu tivesse optado um curso de 3 anos ou até de 5 como o seu, levando em conta que o seu é meio periodo, e medicina integral. Mas vai o exemplo; Biologia( contar como 1,5 anos) medicina é período integral e biologia meio período, mais 2 anos de mestrado e de 3 a 4 para o doutorado, somados daria 1,5+2+4=6.5 anos, fiz medicina em 6 anos, mais 2 de residencia ( a carga horaria dos 2 anos equivale a uns 2 mestrados.
    Concluindo,nós médicos fazemos jus ao titulo de doutor em medicina, conheço muitos doutores de titulo que não estudou a metade que médicos estudam, mas como o Brasil resolveu sucatear a nossa nobre e invejada profissão, acredito que mais 50 anos seremos tratados por benzedeiras como no tempo de D.Pedro.
    Antes de dar sua opinião denigrindo a imagem publica de outras profissões deveria comparar a cargas horaria do seu curso de direito e de uma faculdade de medicina, falo pela minha da qual tenho autoridade para falar.

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  83. Esse "doutor" aí deveria fazer "doutorado" em humildade!

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  84. Tantas coisas construtivas para o direito e para a sociedade das quais esse "doutor" poderia ter extraído ensinamentos aos operadores do direito como um todo, e esse rapaz desperdiça tanto tempo numa pesquisa boba e desnecessária e, conclui sua "tese" com um texto altamente arrogante, uma verdadeira aula de como ser desprezível com os profissionais que não possuem esse "título" tão especial e inatingível por um ser humano comum, o título de "Doutor". Esse "Doutor" perdeu qualquer admiração que eu pudesse vir a ter por suas "obras" "legados". No mínimo, esse Nobre representante do parquet deve ter alta estima baixa, pois não vejo motivos pra um texto tão arrogante.

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  85. Concordo plenamente contigo Joao Wenny, so um reparo, infelizmente aos niveis em que o nosso Doutor esta, fica claro que nao ha esccola que o faca assimilar o ABC da humildade. Essa eh daquelas virtudes que ou se tem ou nao se tem...

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  86. Concordo com alguns colegas no sentido de que o "titulo" de Doutor empregado aos profissionais do Direito já é de COSTUME da população em geral. Em meu humilde parecer, não vejo problema nisso, uma vez que o tratamento de Doutor emprega confiança, respeito, profissionalismo. O que não concordo , de forma alguma, é com alguns (mais do que gostaria) nobres colegas que se vangloriam e de certa forma retalham de forma extremamente arrogante (o que ja presenciei por diversas vezes, por exemplo, quando estao sendo atendido nos cartorios ao forum, onde chegam a ofender os funcionarios por esquecerem do tratamento de Dr) as outras pessoasw que empregam a eles tal termo. Caros amigos, como ja disse, o Dr ja é ato costumeiro, entretanto penso como o colega acima, que humildade SEMPRE cabe em qualquer lugar a qualquer pessoa.Independente de ser membro do MP, advogado ou bacharel, tenham sensibilidade. Se os nobres colegas nao forem tratados como Doutores não ofendam quem não os fez, mas se forem, sintam-se honrados pelo titulo reconhecido, pois sabemos que trabalhoso é de fato, obte-lo.

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  87. Arrogante e desnecessário.

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  88. Muito boa a postagem! Mérito a quem tem mérito. Quem faz (ou fez) doutorado pode ter certeza que se dedicou mais (e percorreu um caminho mais longo) quando comparado com a graduação, tenha sido ela na faculdade de Medicina, Direito ou mesmo Enfermagem!

    Sendo Biomédico, vi as pessoas deixarem de me tratar como "o menino" (quando era estagiário, na graduação) para me chamarem de "o doutor", como se o meu diploma da graduação tivesse sido gerado no exato momento em que eu recebi!

    Doutor é quem faz doutorado. E jaleco não é pra ser usado fora do ambiente do trabalho e isso inclui, seu carro.

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  89. O Processo eCNJ de nº 0000207-67.2016.2.00.0000, nos permite afirmar, sem medo de errar, que o Plenário do Conselho Nacional de Justiça, ratificou a certeza de que para a 2ª Câmara da Ordem dos Advogados do Brasil, através da Ementa 003 2013 SCA do CF OAB, consequência do Relatório/Voto ao recurso 49.000.2011.003390-6/SCA, onde consta "O simples fato de preceder ao nome do causídico a ALCUNHA de "doutor" não vislumbra qualquer infração, até porque o costumo praxe processual é o tratamento dado aos causídicos e demais operadores de Direito de referida ALCUNHA", mesmo ocorrendo em Petição Inicial na 15ª Vara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro.. Ademais o Ministério de Estado de Educação se manifestou, de forma irrefutável, inquestionável, que CABE ao Conselho Profissional a fiscalização do uso da Titularidade Acadêmica de "Doutor", conforme Informação nº571/2013-CGLNRS/DPR/SERES/MEC com referência Expediente MEC nº 029579.2013-5. Tal foi ratificado pelo Executivo do Estado do Rio de Janeiro, através do Chefe de Polícia, E-09/1344/17022012, que ratificou o arquivamento da denúncia protocolada na 12ª Delegacia de Polícia do Estado do Rio de Janeiro, com o nº SESEG E-09/074713/1012/11, onde denunciamos FALSIDADE IDEOLÓGICA por advogados sem doutorado se apresentarem em petição inicial na 15ª Vara Cível do TJERJ. Logo, podemos afirmar, sem medo de ERRAR, que a Titularidade Acadêmica de "Doutor", pelo menos no âmbito formal do Judiciário, NÃO PASSA DE ALCUNHA, que qualquer operador de Direito, pode utilizar, não só como tratamento dispensado, mas também, como apresentação profissional. Dr. Plinio Marcos Moreira da Rocha “Colando” (copiando) Grau de Doutor, com Doutorado em Direito de “Merda” (inexistente), em Estabelecimento de “Merda” (inexistente), reconhecido pelo Ministério de Estado da Educação de “Merda (que TUDO assiste, duplo sentido), de um Estado de Direito de “Merda” (que TUDO permite), conforme o documento “Resposta a Sérgio Rodas de um Cinquentão com Índole de Jovem”, onde estamos utilizando do direito de resposta, face a tendenciosa, e achincalhada, “avaliação” do documento “Petição como Amicus curiae”, feita, e publicada, pelo “repórter” Sérgio Rodas da Revista Consultor Jurídico. https://pt.scribd.com/doc/282176485/Resposta-a-Sergio-Rodas-de-Um-Cinquentao-Com-Indole-de-Jovem http://www.conjur.com.br/2015-set-16/cinquentao-indole-jovem-participar-julgamento-stf https://pt.scribd.com/document/142382500/Porque-Sou-Doutor-Em-Direito-de-Merda Analista de Sistemas, presumivelmente único Cidadão Brasileiro COMUM, que mesmo não tendo nível superior completo (interrompi o Curso de Executivo, com o primeiro semestre completo em 1977), portanto, não sendo Advogado, nem Bacharél, nem Estudante de Direito, teve suas práticas inscritas nas 6ª, e 7ª, edições do Prêmio INNOVARE, ambas calcadas no CAOS JURÍDICO que tem como premissa o PURO FAZER DE CONTAS, reconhecidas, e DEFERIDAS pelo Conselho Julgador, conforme o documento INNOVARE Um Brasileiro COMUM No Meio Juridico II, http://pt.scribd.com/doc/46900172/INNOVARE-Um-Brasileiro-COMUM-No-Meio-Juridico-II

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