Estudante de Direito rouba carro durante test-drive, diz polícia

Postado por: Editor NJ \ 5 de junho de 2013 \ 1 comentários

Uma estudante de Direito, de 27 anos, é suspeita de roubar um carro de uma concessionária em Curitiba. O roubo, de acordo com a polícia, ocorreu na segunda-feira, durante um test-drive. Com uma arma, ela rendeu o funcionário, obrigando-o a descer do veículo. A suspeita se apresentou à polícia, na quarta-feira, acompanhada de um advogado. Como o período de flagrante já havia passado, ela foi ouvida e liberada. Segundo a polícia, ela será indiciada por roubo à mão armada.

O delegado da Delegacia de Furtos e Roubo de Veículos Renato Figueiroa afirmou que, em depoimento, a suspeita negou o crime. Segundo Figueiroa, ela argumentou que o funcionário da concessionária desceu do carro porque quis. “Ela contou uma história de que, realmente, fez o test-drive, que ela estava dirigindo de forma perigosa e que o funcionário mandou ela parar e teria descido do carro”.

Ainda segundo Figueiroa, a suspeita disse que, sem o funcionário da concessionária no carro, decidiu andar mais um pouco e que depois devolveria o veículo.

“Mas, passaram-se dois dias. Enfim, é uma história sem pé nem cabeça”, considerou o delegado. O automóvel foi localizado, na quarta-feira, estacionado em uma rua movimentada do bairro Pinheirinho.

De acordo com a polícia, a suspeita possui um carro do mesmo modelo do roubado. O delegado trabalha com a hipótese de que ela tenha cometido o crime para repor algumas peças do carro dela, que foi batido no final do mês de abril. “Ela roubou o carro para depois arrumar o dela. Ela bateu o carro, causando danos altos. Ela ia se suprir das peças do carro roubado (...)”.

O carro batido está em uma oficina de Curitiba. Ainda não é possível afirmar se houve participação de outras pessoas no roubo. Isto será investigado. A polícia acredita na participação de alguma oficina clandestina, que iria retirar as peças para a suspeita. “Alguém deu esta ‘brilhante’ ideia para ela”, especulou o delegado.

A jovem já tem passagem pela polícia por porte de arma, envolvimento em um latrocínio e por estelionato. O delegado afirmou que não deve solicitar a prisão preventiva da suspeita. A arma, supostamente usada no crime, não foi localizada.

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