O julgamento da velhinha

Postado por: Editor NJ \ 12 de junho de 2013 \ 2 comentários

Juiz:
– Qual sua idade?
Velhinha:
– Tenho 72 anos.
Juiz:
– A senhora pode nos dizer, com suas próprias palavras, o que lhe aconteceu no dia 1º de abril do ano passado???
Velhinha:
– Claro, doutor. Eu estava sentada no balanço de minha varanda, num fim-de-tarde suave de verão, quando um jovem sorrateiramente senta-se ao meu lado.
Juiz:
– Você o conhecia?
Velhinha:
– Não, mas ele foi muito amigável...
Juiz:
– O que aconteceu depois?
Velhinha:
– Depois de um bate-papo delicioso, ele começou a acariciar minha coxa.
Juiz:
– A senhora o deteve?
Velhinha:
– Não.
Juiz:
– Porque não?
Velhinha:
– Foi agradável. Ninguém nunca mais havia feito isto comigo desde que meu Antoninho faleceu.
Juiz:
– O que aconteceu depois?
Velhinha:
– Acredito que pelo fato de não tê-lo detido, ele começou a acariciar meus seios.
Juiz:
– A senhora o deteve então?
Velhinha:
– Mas claro que não, doutor...
Juiz:
– Por que não?
Velhinha:
– Porque, Meritíssimo, ele me fez sentir viva e excitada. Não me sentia assim há anos!
Juiz:
– O que aconteceu depois?
Velhinha:
– Ora Sr. Juiz, o que poderia uma mulher de verdade, ardendo em chamas, já de noitinha, diante de um jovem ávido por amor? Estávamos a sós, e então eu disse: Me possua, rapaz!
Juiz:
– E ele a possuiu?
Velhinha:
– Não... Ele gritou: 1º DE ABRIIIIIILLLLL!!!!!!!!!!!!!!
Foi aí que eu dei um tiro no filho da p...!!!

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2 comentários:

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