Condenado por colocar fogo em índio passa em concurso público no DF

Postado por: Editor NJ \ 10 de julho de 2013 \ 6 comentários

Dezesseis anos após a morte do índio Galdino Jesus dos Santos, um dos condenados assumiu uma vaga no serviço público do Distrito Federal. Após cumprir pena de 14 anos de prisão (cerca de um terço em regime fechado), Eron Chaves Oliveira, 35, assumiu uma vaga de agente de trânsito após passar como portador de necessidades especiais em concurso do Detran-DF.

De acordo com o Detran-DF, Oliveira trabalha atualmente nas ruas fazendo policiamento e fiscalização de trânsito.

O órgão confirmou que ele foi aprovado em concurso público em 2012 como portador de necessidade especial.

O edital do concurso previa 20% das cem vagas para pessoas que comprovassem algum tipo de deficiência. Concorreram as 20 vagas, apenas 195 dos 19.547 candidatos inscritos no concurso público.

Apesar de confirmar que Oliveira apresentou laudo médico comprovando que poderia concorrer ao regime especial de vagas e foi aprovado em perícia de médico do serviço público, o órgão não quis especificar que tipo de necessidade era essa.

De acordo com a assessoria de imprensa do Detran, trata-se de "um assunto de âmbito pessoal".

A Secretaria de Estado de Administração Pública confirmou que a perícia foi feita no INAS (Instituto de assistência à saúde dos servidores do DF) e que a deficiência foi comprovada.

"Foram adotados os procedimentos e as medidas exigidas por lei para aferição da necessidade especial", respondeu, por meio de nota da assessoria de imprensa. Porém, afirmou que não poderia informar qual a deficiência de Oliveira por questões "de privacidade".

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6 comentários:

  1. Para quem quiser saber qual é a deficiência deste servidor, não é difícil chegar à conclusão de que o mesmo sofre de sério transtorno psiquiátrico, porém, gozando de intervalos de lucidez, fato que permitiu ser aprovado e não ser interpretada a deficiência como incompatível com a função. Como deficiente físico que sou, entendo que o concurso é público, não existindo por que querer ocultar a divulgação da mesma, salvo se estiver mentindo, fato que não é raro nos concursos de hoje.

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  2. Porque não divulgar qual tipo de deficiência essa ilustre figura humana tem? Porque alegar 'privacidade'? Porque matou queimado um índio?

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  3. Ele já provou que é deficiente, deficiente mental.

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  4. Psicopatia nao é deficiencia mental.

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  5. Não aprovo a atitude dele ter colocado fogo no índio, alias sempre torci muito para que todos os envolvidos fossem punidos e pagassem pelo crime cometido, a justiça foi feita, ele foi julgado, condenado a 14 anos e passou cerca de 4 anos na cadeia... tem todo direito de refazer a vida, inclusive de ser aprovado em concurso publico... 4 anos de cadeia é pouco tempo pelo crime cometido? Sim, é pouco, mas é a lei, é o Brasil, espero que mude, depende da sociedade, vamos para as ruas pedir mudanças....

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  6. Onde fica o direito do esquecimento mesmo?

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