Confira como escolher a área de segunda fase no Exame da OAB

Postado por: Editor NJ \ 17 de julho de 2013 \ 0 comentários

Ao realizar a inscrição para o Exame de Ordem, o candidato tem a difícil tarefa de, desde logo, indicar a área em que deseja fazer a prova de segunda fase.

O Exame de Ordem Unificado admite a prova de segunda fase em sete áreas distintas: Administrativo, Civil, Constitucional, Empresarial, Penal, Trabalho e Tributário.

Assim, há tempos temos percebido que grande parte no sucesso na segunda etapa do Exame de Ordem depende da escolha correta da área da prova. Em outras palavras, é preciso tomar muito cuidado ao tomar esta grande decisão.

Temos que lembrar que a segunda fase contém um prova de habilidade profissional, que exige menos conhecimento e mais técnica na resolução de casos práticos e, portanto, o mais importante para o sucesso do candidato nessa etapa é a aptidão para a área.

Durante muito tempo a escolha da segunda fase foi pautada em mitos e lendas do mundo jurídico, especialmente pelo suposto número de petições que cada área teria. Ai estava o maior erro do candidato.

Muitas vezes, mesmo sem gostar dos temas, a escolha ocorria sob a ilusão da área ter menos peças.

Portanto, temos que a escolha da segunda fase deverá considerar:

1) A aptidão é o melhor caminho – o candidato deve optar pela área que tem maior habilidade e gosto pelos temas. É muito difícil e árduo estudar aquilo que não gosta.

2) Ignore os mitos – não existe área mais fácil ou mais difícil, bem como não há matéria com mais ou menos peças. Todas as áreas de segunda fase possuem quatro ou cinco peças-mestras (modelos ou esqueletos) que são suficientes para a elaboração de qualquer petição na prova.

3) Aproveite os conhecimentos já adquiridos – para quem já tem conhecimento em alguma área em razão de estágio ou outra atividade profissional e, evidentemente, se houver gosto pela matéria, esse conhecimento deve ser aproveitado.

Um cuidado importante é ver com cautela os problemas ocorridos em cada área em exames anteriores. Alguns candidatos afirmam que não escolhem uma área ou outra em razão de problemas ocorridos em provas passadas, com o medo do problema se repetir. Isso é um mito, já que nem sempre o problema ocorre em uma mesma área.

Antes de escolher a área de segunda fase, nossa sugestão é que o candidato colha a informação de professores sobre os assuntos e, além disso, como teste vocacional analisem as provas anteriores, isso não com o olhar de saber ou não a resposta, mas para verificar se existe a habilidade de localizar a resposta com base apenas no material permitido para a prova, ou seja, legislação seca.


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