Jovem compra crack abaixo do peso e reclama em delegacia

Postado por: Editor NJ \ 22 de agosto de 2013 \ 11 comentários

A Polícia Militar prendeu na manhã desta quinta-feira (22), no bairro Jardim Felicidade, Zona Norte de Macapá, um homem suspeito de tráfico de drogas na capital. Ele foi denunciado por um usuário de drogas, que se queixou à polícia alegando ter sido prejudicado na compra de um entorpecente.

Segundo a polícia, o jovem justificou a denúncia por achar que a 'cabeça' de crack comprada por ele a R$ 10 era menor do que o combinado com o traficante. De acordo com a ocorrência, o usuário se sentiu lesado como consumidor.

"Ele comprou uma pedra de crack e achou que não estava no tamanho que deveria. Então resolveu denunciar o traficante, dando a localização e o nome dele, dizendo não ser justo a quantidade da pedra em relação ao valor da droga", contou o sargento da Polícia Militar Paulo Rocha, que conduziu o traficante denunciado ao Centro Integrado de Operações em Segurança Publica (Ciosp) do bairro Pacoval.

A denúncia à polícia foi feita na rua, quando a uma guarnição passava pelo local próximo à casa do traficante.

De acordo com o delegado plantonista do Ciosp, Fábio Araújo, foram apreendidos com o suspeito de tráfico 138 cabeças de entorpecentes e R$ 110. "São indícios de tráfico, mas ainda vamos confirmar porque ele alegou que a droga era de uso próprio. Foram achados embalagens, colas, linhas para amarrar as pedras e dinheiro fracionado em várias notas", contou.

O usuário não chegou a ser preso porque não foi encontrada nenhuma substância com ele. O suspeito de tráfico foi levado para a Policia Técnico Cientifica (Politec) onde fez exames e vai ser ouvido ainda nesta quinta-feira pela equipe de investigação.

Fonte: G1

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11 comentários:

  1. Respostas
    1. pedir nota fiscal é sempre viavel nesses casos

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  2. Leva no procon tbm! kkkkkk

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    1. kkkkkkkkkkkk
      processa ele por danos materias.

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  3. Respostas
    1. foi exatamente oque eu pensei kkk

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  4. "contou o sargento da Polícia Militar Paulo Rocha"

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  5. kkkkkkkkkkkkkk Levar pro procon. boaa kkkkkkk

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  6. Este comentário foi removido pelo autor.

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  7. In casu não há relação de consumo, haja vista o objeto jurídico não ser permitido em lei.

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