Senador goiano propõe plebiscito para revogar o Estatuto do Desarmamento

Postado por: Editor NJ \ 8 de novembro de 2017 \ 8 comentários

O senador goiano Wilder Moraes tem pressa para aprovar o plebiscito para discutir a revogação do Estatuto do Desarmamento. O Senador disse que o projeto de plebiscito sobre o tema deve ser votado até o fim desse mês.

O tema é analisado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e o relator do projeto de revogação é o senador Sérgio Petecão (PSD-AC). Moraes tem pressa para que o projeto de decreto que viabilizaria o plebiscito seja votado.

O senador acredita que o porte e posse de arma por pessoas comuns reduzirá a criminalidade no país. A proposta é que a consulta seja realizada no mesmo dia das eleições de 2018. “Hoje o brasileiro é abatido igual a um cordeiro, sem qualquer possibilidade de defesa”, afirmou Wilder.

De acordo com o portal Senado Noticias, a ideia inicial é que os cidadãos respondam a três perguntas. A primeira questiona se deve ser assegurado o porte de arma de fogo para quem vive em área rural; se o Estatuto do Desarmamento deve ser revogado e o direito ao porte de armas garantido; e se a posse de armas deve ser garantida aos cidadãos comuns.

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8 comentários:

  1. Excelente!
    Já passou da hora do direito de se defender ser garantido.
    #FimDoEstatutoDoDesarmamento

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  2. Muito bom deputado... continue lutando que terá muitos eleitores justos do teu lado.

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  3. Parabéns Deputado... ganhou mais um eleitor.

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  4. Ganhou mais um Eleitor, não podemos deixar que as pessoas de bem fiquem sem reação aos marginais...
    lembrando também que o Dep. Jair Bolsonaro, futuro presidente, também é a favor do porte de armapara o cidadão de bem.

    #Bolsonaro2018

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  5. PARA REFLEXÃO: Ao defende o acesso legal a armas e o seu porte indiscriminadamente, muitos se esquecem de alguns aspectos:
    1) O país já tem uma estatística alta dos chamados "crimes banais", que ocorre por exemplo por uma "dose de pinga" não paga, por uma "cantada" na pessoa que o está acompanhando, por R$ 2,00, ou por outras razões esdrúxulas. Vocês já imaginaram, num país de intolerância crescente, uma simples divergência de opinião, fenômeno comum numa sociedade democrática e plural, sendo resolvida "a luz de bala" porque as pessoas “de bem” não sabem conviver com o contraditório?
    2) No mesmo contexto de intolerância acirrada, será que o povo armado não vai querer praticar ainda mais o “justicianismo”, seja pela inoperância da polícia ou da justiça, ou seja por um sentimento de querer fazer “profilaxia social”? Será que “a justiça pelas próprias mãos”, será capaz, num momento de turba, de diferenciar “um “ladrão de galinhas” de um criminoso de alta periculosidade? O povo está preparado para atuar também como um juiz, condenando à morte e aplicando a pena a todos que julgarem ser ameaça à sociedade?
    3) Será que não seria um estímulo ao recrudescimento de movimentos extremistas, de qualquer ideologia ou viés partidário, que veem no discurso de ódio e na violência os seus “principais argumentos”?
    4) Será que também não ensejaria alguém com algum tipo de distúrbio mental a promover um massacre como infelizmente o que aconteceu recentemente em Las Vegas e que todos nós acompanhamos estarrecidos, “lamentando” o fato de alguém conseguir montar um arsenal pela facilidade de adquirir legalmente armas e munições?
    Essas são apenas algumas questões que ponho na mesa de discussão.
    Não quero ser o dono da verdade, nem insensível àqueles que perderam entes queridos por força da covardia de alguns ou da incapacidade de defesa das vítimas. Entendo a dor de muitos e sou solidário; mas entendo também que não podemos combater um incêndio jogando gasolina nas chamas. Vamos lutar por uma polícia melhor, mais bem aparelhada e ostensiva; por uma justiça mais célere e “mais justa”; por um sistema prisional que não seja mero “depósito de pessoas” e que ofereça tratamento diferenciado aos crimes de diferentes potenciais ofensivos, não “misturando” pessoas que podem e devem ser recuperadas socialmente com pessoas “incorrigíveis”.
    A problemática que envolve o direito de acesso às armas e o seu porte, deve ser tratada pontualmente, analisando-se cada a caso, e não como “política pública” de combate à violência. Caso a tese do “armamento” geral” vença, como defendem parlamentares ligados à “bancada da bala” ou à indústria bélica (em maior ou menor escala), será definitivamente a falência do poder público como agente garantidor da segurança da sociedade. Estaremos irremediavelmente dando passos largos ao retorno da era da barbárie.
    Essa é, obviamente, a minha opinião; espero ser respeitado por ela.

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    1. Ola, respeito sua opinião, mas tb gostaria de me expressar da seguinte forma, por exemplo: foram criadas leis como Maria da Penha, e outras sobre o estupro, porém algumas dessas leis Naum protegem a mulher quando ela é violentada é morta, ou seja, o direito de legítima defesa seria o mais apropriado , percebi o seguinte em algumas análises, o estado Naum consegue dar suporte a tudo para a população, temos como exemplo escolas públicas q Naum consegue colocar todas as crianças para estudarem com qualidade, então forma as escolas privadas, o mesmo acontecem com a saúde, porem temos vistos q na segurança tá sendo a mesma coisa, cadeia Naum reeduca ninguém, marginais continuam a massacrar a população, então eu sou a favor do porte e posse de arma, claro q com regras específicas para quem usar de forma equivocada pague pelo erro. Temos como exemploa carteira de motorista, onde temos q respeitar as regras ou seremos punido.

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  6. Tinha que ter acontecido ontem isto !!! E para já ...armas na mão do povo já é lei a favor do povo e não do bandido ...se o povo matar ...fica sem julgamento por ser autodefesa e ponto

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