Estudante de Direito fatura R$ 900 por dia na praia com geladinho de vodca

Postado por: EditorNJ \ 2 de janeiro de 2018 \ 0 comentários

Em busca da independência financeira, o estudante de Direito Gabriel Velloso, 24, decidiu trocar o ar-condicionado do escritório pelo sol escaldante na orla da Barra, em Salvador. Era Carnaval de 2016, e ele estava sem estágio em sua área. Pegou R$ 3.000 emprestados no banco e criou o gelaroska, um geladinho feito com vodca no lugar de água.

Também conhecido como gelinho, sacolé, dindim e chup-chup, o geladinho é um picolé artesanal servido dentro de pequenos sacos plásticos.

O retorno veio em quatro meses, segundo ele, que prefere não divulgar faturamento nem lucro mensais. Velloso afirma que o ponto alto do negócio ocorre nos feriados e fins de semana de verão, quando dá para faturar até R$ 900 por dia.

"Depende muito do mês. Num dia bom, vendemos de 70 a 140 unidades. Reinvisto a maior parte do lucro na própria empresa."

Além de vender na praia, como ambulante, o empreendedor também faz entrega em domicílio e encomendas para festas. "As pessoas compram mais por encomendas do que na praia", diz. Os preços dos geladinhos variam de R$ 2 a R$ 12.

O jovem conta com a ajuda de três promotores de vendas e três auxiliares de produção. Velloso estuda à noite na Universidade Federal da Bahia. Fará o 6º semestre neste ano. Ele trabalha com o gelaroska das 10h30 às 17h.

Para este verão, lançou dois produtos: o gelachamp, à base de espumante (com morango, chocolate e coco) e servido numa taça personalizada, e o gelasotero, sem álcool (à base de água ou leite, no caso do sabor de coco).


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