Comissão inocenta juíza no caso de advogada presa durante audiência

Postado por: EditorNJ \ 25 de setembro de 2018 \ 5 comentários

A comissão judiciária do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) inocentou de qualquer prática abusiva a juíza leiga Ethel Tavares, que teria chamado a PM para algemar a advogada Valéria dos Santos, no dia 10 de setembro, no Rio.

Segundo concluiu a investigação, a advogada se “jogou no chão” e se “debatia” quando foi algemada para sua proteção até a chegada do representante da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), que a acalmou. A decisão foi do desembargador Joaquim Domingos de Almeida Neto.

O caso aconteceu no Juizado Especial Cível de Duque de Caixas e teve repercussão nacional. Três vídeos que circularam pelas redes sociais no dia do acontecimento mostravam Valéria algemada, após ter questionado a decisão da juíza de encerrar uma audiência.

A prisão da advogada, mulher e negra, desencadeou apoio de defensores das causas raciais e dos direitos das mulheres. Na ocasião, a OAB do Rio de Janeiro exigiu o imediato afastamento da juíza e punição para ela e para os policiais envolvidos.

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5 comentários:

  1. O que muda o fato de ela ser mulher e negra? Muito mínimo

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    1. Muda muito, ou você acha que a igualdade material é a mesma da formal? Pelo jeito esqueceu dos 400 anos de escravidão no Brasil, como se todo mundo fosse tratado igualmente no País mais desigual do mundo.

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  2. E assim fuciona o judiciário brasileiro, onde a impunidade começa entre os membros do próprio judiciário!!! A punição para essa juíza leiga deve ser exemplar!

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    1. Servirá de parâmetro para que mais e mais se façam. A certeza da impunidade assegura.

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