Homem ou mulher com problema no joelho pode aposentar como PCD

Dor no joelho não garante aposentadoria automática.

Muita gente acredita nisso por causa de manchetes espalhadas na internet, mas a realidade é diferente.

Ter um problema no joelho, por si só, não significa que o benefício será aprovado. O que o INSS analisa é o grau da limitação e como ela interfere na vida da pessoa e na capacidade de trabalhar.

Em alguns casos, quando existe uma limitação séria e de longo prazo, pode haver direito à aposentadoria da pessoa com deficiência ou a outros benefícios previdenciários.

Na prática, costumam ser avaliados pontos como:

• dificuldade para andar
• dores constantes
• limitação para subir escadas, agachar ou ficar muito tempo em pé
• redução da capacidade de trabalho
• impedimento duradouro

Além disso, laudos médicos, exames, histórico de tratamento e a perícia do INSS fazem parte da análise.

Cada situação é diferente.

Há pessoas com problemas leves que continuam trabalhando normalmente, enquanto outras enfrentam limitações graves no dia a dia.

O mais importante é entender que não existe “aposentadoria automática por dor no joelho”.

O que realmente conta é a comprovação da limitação e o preenchimento dos requisitos previstos na lei.

Antes de acreditar em promessas fáceis, procure orientação séria e especializada.

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